Quantos de nós não nos perguntamos constantemente: porque tudo me corre mal se eu até sou uma boa pessoa? Porque não consigo ter o que quero se sou honesto, pago as minhas contas, aturo aquele chefe horroroso e até aguento o jantar nos sogros todos os domingos? Porque estou doente se fiz tantos sacrifícios, ajudei tanta gente, emprestei dinheiro e que nem sequer me pagaram? Ou simplesmente porque é que não me sinto feliz quando tenho uma família amorosa, filhos saudáveis e um emprego estável ?
Esta foi a explicação que encontrei:
"Acredito profundamente que o verdadeiro desafio evolutivo passa pela auto estima. Não aquela auto estima do faço o que quero, mas sim aquela do faço o que sinto que devo fazer. E por mim ! passo a explicar ... Resumindo uma metáfora que Deepak Chopra usa num dos seus livros, tentemos imaginar uma célula de um corpo gigante. Ela tem apenas uma função, que é desempenhar a sua função e assim ajudar o corpo gigante a brilhar. Apenas lhe é pedido estar no seu melhor, preocupar-se com o seu mundinho, as suas funções, o seu bem estar, a sua saúde, a sua alegria. Eu sei que é exactamente isso que eu peço das minhas células. Se elas estiverem bem, eu estou bem, todas as células à volta dela estão bem. Se por acaso alguma célula vizinha adoecer, o melhor que ela pode fazer é brilhar ainda mais, emanar mais energia positiva, mas nunca abandonar o seu posto e ir “ajudar” a célula vizinha. 1o porque o seu posto vai perder o brilho. Vai ser abandonado, vai perder força. 2o porque ela não faz a mínima ideia do projecto, funções, velocidade, esquema de manutenção da célula vizinha. Todas as células trazem um programa de autocura. Se fizermos um corte na pele, passados uns dias sem fazermos nada ele fecha. Já está até comprovado por exemplo com os produtos reguladores do intestino, ou com detergentes agressivos que matam bactérias essenciais ao equilíbrio da pele; o corpo simplesmente deixa de as fabricar se os usarmos continuamente. Fica preguiçoso, deixa de fazer o que lhe compete. Para dizer em linguagem comum, encosta-se. Passa a ficar dependente daquela fonte exterior. Para que ela possa recuperar o seu equilibrio interno, há que dar tempo aquela célula de fazer o seu processo de autocura. Caso contrario e se a outra insiste em acudi-la temos como consequência as duas deixarem de brilhar . "


