segunda-feira, 27 de abril de 2009

Perdas, porquê?

Quantos de nós não nos perguntamos constantemente: porque tudo me corre mal se eu até sou uma boa pessoa? Porque não consigo ter o que quero se sou honesto, pago as minhas contas, aturo aquele chefe horroroso e até aguento o jantar nos sogros todos os domingos? Porque estou doente se fiz tantos sacrifícios, ajudei tanta gente, emprestei dinheiro e que nem sequer me pagaram? Ou simplesmente porque é que não me sinto feliz quando tenho uma família amorosa, filhos saudáveis e um emprego estável ?
Esta foi a explicação que encontrei:
"Acredito profundamente que o verdadeiro desafio evolutivo passa pela auto estima. Não aquela auto estima do faço o que quero, mas sim aquela do faço o que sinto que devo fazer. E por mim ! passo a explicar ... Resumindo uma metáfora que Deepak Chopra usa num dos seus livros, tentemos imaginar uma célula de um corpo gigante. Ela tem apenas uma função, que é desempenhar a sua função e assim ajudar o corpo gigante a brilhar. Apenas lhe é pedido estar no seu melhor, preocupar-se com o seu mundinho, as suas funções, o seu bem estar, a sua saúde, a sua alegria. Eu sei que é exactamente isso que eu peço das minhas células. Se elas estiverem bem, eu estou bem, todas as células à volta dela estão bem. Se por acaso alguma célula vizinha adoecer, o melhor que ela pode fazer é brilhar ainda mais, emanar mais energia positiva, mas nunca abandonar o seu posto e ir “ajudar” a célula vizinha. 1o porque o seu posto vai perder o brilho. Vai ser abandonado, vai perder força. 2o porque ela não faz a mínima ideia do projecto, funções, velocidade, esquema de manutenção da célula vizinha. Todas as células trazem um programa de autocura. Se fizermos um corte na pele, passados uns dias sem fazermos nada ele fecha. Já está até comprovado por exemplo com os produtos reguladores do intestino, ou com detergentes agressivos que matam bactérias essenciais ao equilíbrio da pele; o corpo simplesmente deixa de as fabricar se os usarmos continuamente. Fica preguiçoso, deixa de fazer o que lhe compete. Para dizer em linguagem comum, encosta-se. Passa a ficar dependente daquela fonte exterior. Para que ela possa recuperar o seu equilibrio interno, há que dar tempo aquela célula de fazer o seu processo de autocura. Caso contrario e se a outra insiste em acudi-la temos como consequência as duas deixarem de brilhar . "

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Amor?


Amor?
Amor??? Não acredito nele... Acredito sim em relações por interesse.
Sejam eles quais forem...interesses financeiros, sexuais, dívidas...
Isto porque alguém destruiu o meu sonho de menina.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Contrato...

Cheguei à minutos a casa, não me apetece deitar...na verdade não me apetece fazer nada. Pensei que ia conseguir escrever alguma coisas, mas parece que me enganei.
Não me sentia assim neste estafo já há algum tempo. Apetece desistir de tudo, especialmente de mim. Depois falta a coragem. Tou farta de terapias sem suceso...tou farta de gastar dinheiro em vão. E hoje que me apetecia falar ctg, ter uma boa conversa...logo hj, tu não podes, estás com ela.
Apetece-me contar "coisas idiotas", mas a quem? Ninguém vai ler. Nem mesmo tu que disseste que gostavas de saber o que me vi na alma, nem mesmo tu aqui voltaste :(
Sinto-me uma espécie de yo-yo...ando ao sabor das tuas vontades, dos teus desejos, do teu humor. Às vezes nem dou por ela, mas hoje, caramba, não está fácil.
Já chorei pelo caminho, ao pensar como isto é injusto. Já fiquei com uma dor de cabeça danada. Se ao menos tivesse alguém com quem podesse ter uma conversa decente. Apetecia-me beber uma taça de champanhe...doce...contigo...e adormecer aí...na cama em que deves estar agora...:'( Como eu me magoo por "prazer"...
Tenho saudades das nossas conversas noturnas, tenho saudades dos "outros tempos"...melancolia.
Já perdi o rumo à conversa!!!! Esta cabeça não pára. Não sei como não explode, estou constantemente a pensar numa infinidade de coisas ao mesmo tempo. Não me consigo organizar. E o que pensei escrever à minutos atrás já se foi da minha cabeça. Não sei como ainda me consigo lembrar do meu nome...e se sofro desta espécie de Alzimer, porque me é impossível esquecer o que mais quero?
Sé tenho medo...muito medo...de dar passos em frente, medo de viver. Vivo vinculada ao meu CONTRATO COM O DESESPERO.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Dias


Há dias em que tenho vontade que estas drogas me matem.