Não há definição
Bolas...
Estou:
baralhada
furiosa
deprimida
cansada
angustiada
frustrada...
...desesperada.
Merda!
Tenho as mãos presas e estou...
...anestesiada.
sábado, 31 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Terrivel (mente) estranha
Noite doida, queda vertiginosa. Cada vez me apercebo mais, de que nada sei.
Vento a 120km/h e a minha cabeça a entrar na corrida. Corrida perigosa com final trágico.
Haverá quem me entenda?
Protege-me, não só ontem...hoje também. Tenho medo do escuro. Tenho medo da minha vida. Conversa estranha. Porquê agora? Depois de tanto tempo. Não sinto nada. Também não seria suposto sentir. E sinto-me de certa forma aliviada. Eu sabia que o dia tinha algo reservado para mim hoje.
Descobri que ainda tenho algum valor. Ou talvez nem tenha descoberto nada. Fiquei com uma grande dor de cabeça, isso sim.
A chuva bate transloucada no vidro da janela do quarto. Imagino-a a abrir-se e a estilhaçar toda num grande estrondo. E a louca sou eu?
Deitei cedo para tentar esquecer esta noite (mais uma a que não me habituo), mas a luz falhou e eu deixei o gerador ligado. Quem me diz onde o posso desligar?
Já revirei a cama e ainda antes de me deitar a tinha endireitado. Já liguei e desliguei o computador umas três vezes. A bateria ainda aguenta um pouco, mas a luz teima em não chegar. Onde andam os sr's das falhas? Onde estás tu?
Bolas, só bebi água ao jantar. Será por isso que só escrevo o que não interessa? Cheguei ao estremos da solidão, Tracy Chapman. Há quem goste de se sentir deprimido e eu acho que sou assim. Doentio! Preciso de uma noite de copos e de risos...nada de lágrimas.
Queria vestir um vestido comprido, preto e prata talvez, ou da cor da nova gravata e ir contigo à gala. Gostava que me tivesses convidado para ir contigo. Que se lixassem as aparências, os outros. Só tu e eu, os mais bonitos do sítio. Salto bem alto e fino, perna elegante. Debaixo do vestido uma lingerie provocante, cinto de ligas e corpete. Fato escuro, camisa branca, os ténis com estilo, a gravata especial para a ocasião. Muitos sorrisos, muito rir com vontade. Que se lixem os capeões e os prémios. Seriamos eu e tu o centro das atenções, um "casal" divertido, de alegria contagiante. Todos te dariam os parabéns pela menina bonita que tinhas a acompanhar. Sonhei com esta noite. Desejei tanto estar lá contigo. Acabar a noite ainda com energia suficiente para mergulhar contigo numa banheira de hidromassagem quentinha e fazer amor. Champanhe, mais champanhe...adormecer com o cabelo ainda molhado encostado ao teu peito com os teus braços a envolverem-me. Perfeição!
Já sou quem tu queres que eu seja. Mereço um "prémio". E nada me faria mais feliz...do que eu em primeiro lugar. E não, não falo nela. Eu à frente daquilo que os outros pensam, dizem, querem...eu primeiro. Será pedir muito?
Dança comigo toda a noite. Descontrai-te e deixa-te levar na minha loucura, na nossa doideira. Vamo-nos sentir vivos, por uma noite. Vamos aproveitar...os melhores anos da nossa vida.
Faz-me chorar apenas daquela maneira que te faz tremer as pernas. Não me faças mais chorar de dor.
Vento a 120km/h e a minha cabeça a entrar na corrida. Corrida perigosa com final trágico.
Haverá quem me entenda?
Protege-me, não só ontem...hoje também. Tenho medo do escuro. Tenho medo da minha vida. Conversa estranha. Porquê agora? Depois de tanto tempo. Não sinto nada. Também não seria suposto sentir. E sinto-me de certa forma aliviada. Eu sabia que o dia tinha algo reservado para mim hoje.
Descobri que ainda tenho algum valor. Ou talvez nem tenha descoberto nada. Fiquei com uma grande dor de cabeça, isso sim.
A chuva bate transloucada no vidro da janela do quarto. Imagino-a a abrir-se e a estilhaçar toda num grande estrondo. E a louca sou eu?
Deitei cedo para tentar esquecer esta noite (mais uma a que não me habituo), mas a luz falhou e eu deixei o gerador ligado. Quem me diz onde o posso desligar?
Já revirei a cama e ainda antes de me deitar a tinha endireitado. Já liguei e desliguei o computador umas três vezes. A bateria ainda aguenta um pouco, mas a luz teima em não chegar. Onde andam os sr's das falhas? Onde estás tu?
Bolas, só bebi água ao jantar. Será por isso que só escrevo o que não interessa? Cheguei ao estremos da solidão, Tracy Chapman. Há quem goste de se sentir deprimido e eu acho que sou assim. Doentio! Preciso de uma noite de copos e de risos...nada de lágrimas.
Queria vestir um vestido comprido, preto e prata talvez, ou da cor da nova gravata e ir contigo à gala. Gostava que me tivesses convidado para ir contigo. Que se lixassem as aparências, os outros. Só tu e eu, os mais bonitos do sítio. Salto bem alto e fino, perna elegante. Debaixo do vestido uma lingerie provocante, cinto de ligas e corpete. Fato escuro, camisa branca, os ténis com estilo, a gravata especial para a ocasião. Muitos sorrisos, muito rir com vontade. Que se lixem os capeões e os prémios. Seriamos eu e tu o centro das atenções, um "casal" divertido, de alegria contagiante. Todos te dariam os parabéns pela menina bonita que tinhas a acompanhar. Sonhei com esta noite. Desejei tanto estar lá contigo. Acabar a noite ainda com energia suficiente para mergulhar contigo numa banheira de hidromassagem quentinha e fazer amor. Champanhe, mais champanhe...adormecer com o cabelo ainda molhado encostado ao teu peito com os teus braços a envolverem-me. Perfeição!
Já sou quem tu queres que eu seja. Mereço um "prémio". E nada me faria mais feliz...do que eu em primeiro lugar. E não, não falo nela. Eu à frente daquilo que os outros pensam, dizem, querem...eu primeiro. Será pedir muito?
Dança comigo toda a noite. Descontrai-te e deixa-te levar na minha loucura, na nossa doideira. Vamo-nos sentir vivos, por uma noite. Vamos aproveitar...os melhores anos da nossa vida.
Faz-me chorar apenas daquela maneira que te faz tremer as pernas. Não me faças mais chorar de dor.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
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